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Queda de Cabelo

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Queda de Cabelo

QUEDA DE CABELOS
Existem vários tipos de alopecia, entre elas algumas são permanentes, outras reversíveis e algumas controladas com medicações.
A alopecia mais comum é a androgenética (AAG), isto é, a calvície. Os homens são os mais acometidos. Até 50% dos homens e em menor grau as mulheres serão acometidas pela AAG após os 50 anos de idade. O início se dá em torno dos 20-30 anos, mas pode começar já na puberdade nos casos de pior evolução. É determinada por fatores hormonais e genéticos. Fique atenta ao perceber  se os fios de cabelo estão se tornando mais curtos e finos, lembrando uma “penugem”.

ALOPECIA AREATA
Outra doença comum nos consultórios dermatológicos é a ALOPECIA AREATA (AA). Há uma relação imunológica  psicológica e emocional, existe ainda  possibilidade de infecções e fungos, e  o curso da doença é quase sempre favorável.
Existem várias formas de apresentação da AA, a mais comum é a forma em placas, que é a perda rápida e completa de pêlos no couro cabeludo, ou barba, supercílios, púbis, formando placas de pele lisa, circulares de tamanhos variados. Pode ocorrer em todos os pelos do couro cabeludo ou do corpo.

EFLUVIO TELOGENO
É caracterizado por uma súbita perda intensa de cabelos, o que geralmente pode assustar. Por alguma razão os cabelos que estavam crescendo normalmente param de crescer e entram em uma fase de queda (telógeno). As causas desta parada de crescimento pode ser uma febre alta (como acontece em algumas doenças sistêmicas), após o parto, anemia, deficiência de algumas vitaminas, doenças graves,  uso de algumas medicações, entre outras causas. Os sinais desta doença são diminuição do volume capilar e percepção do próprio paciente de uma queda de um número muito maior de fios do couro cabeludo. Felizmente os cabelos perdidos voltam a crescer e o paciente recupera seu cabelo. Vale lembrar que como a taxa de crescimento do cabelo é de aproximadamente 1 cm por mês, a total recuperação só vai acontecer em 1-2 anos dependendo do tamanho do cabelo. Pode-se utilizar algumas medicações que aceleram o crescimento do fio e ter uma melhora mais rápida.

TRICOTILOMANIA
A tricotilomania é uma desordem compulsiva, em que o paciente arranca os próprios fios de cabelo, intencionalmente ou não. É mais comum em crianças e mulheres jovens. Ao serem interrogados, os pacientes geralmente negam o hábito.
Clinicamente, podemos observar uma ou várias placas sem cabelo redondas, ovaladas ou de aspecto bizarro, assimétricas, localizadas frequentemente na região superior do couro cabeludo. Como é uma desordem compulsiva, pode se associar a outras compulsões, como o hábito de roer as unhas (onicofagia).
A tricotilomania pode se assemelhar muito à alopecia areata, e é importante que as duas condições sejam diferenciadas, já que a abordagem terapêutica é diferente em cada caso.

ALOPECIA POR TRAÇÃO
A alopecia de tração ocorre quando os cabelos são arrancados não intencionalmente, por meio de práticas que tracionem os fios, como escovação, alisamento, relaxamento e alguns penteados  tranças, rabos-de-cavalo e penteados afros do tipo nagô. A força constante aplicada para esticar os fios pode arrancar alguns, que voltam a crescer ou não, dependendo da forma de arrancamento. O uso constante dos secadores resseca os fios.
Se uma pessoa já apresenta algum tipo de queda aumentada de cabelos, o ideal é empregar o menor número possível de métodos de tração, pois esses métodos podem arrancar fios anágenos normais, que não estavam preparados para cair, piorando a condição de base.

Microscopia óptica polarizada - fundamental no diagnóstico de problemas que atingem a haste (fio) capilar, ou causas que levem à sua quebra, como danos por agentes químicos (colorações, relaxamentos), traumas na escovação, problemas genéticos e infecções. Avalia a qualidade dos fios, que são colhidos através do teste de “tração capilar”.
Teste de resistência da haste capilar - importante também nos quadros de quebra ou fragilidade capilar, avaliando o grau de comprometimento da haste.
Biópsia do couro cabeludo - fundamental no diagnóstico de algumas doenças do couro cabeludo, pois é a coleta de material para avaliação histopatológica da área comprometida.Nem todos os casos são necessários.
Controle fotográfico - realização de fotos padronizadas.  A documentação fotográfica como seguimento permite maior objetividade na avaliação da eficácia terapêutica.
Perfil laboratorial - exames para avaliação de diversos aspectos, incluindo o perfil nutricional (com a dosagem de substâncias essenciais ao adequado crescimento capilar), metabólico e de atividade inflamatória de pacientes com queda capilar ativa.

TRATAMENTO
O tratamento é individualizado.  Podemos melhorar as condições do fio capilar através de injeções no couro cabeludo  , aparelho de alta frequência, medicamentos orais e tópicos.

 
 
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